terça-feira, 3 de agosto de 2010


E voltamos e erramos novamente...

Já “quebrei a cara” diversas vezes. Sempre pelos mesmos motivos, ou quase sempre.

E nessas experiências descobri que o problema não esta nos outros, e sim em mim. Isso, em mim.

Eu me permito. Me permito gostar, morrer de amores, baixar a guarda. Me permito amar.

E a verdade é que só quem amo vai me ferir. Pessoas indiferentes não me atingirão de forma alguma. São nulas.

E ai esta a mágica do amor, ter a pessoa que mais te machuca do teu lado, e não abrir mão da presença. Suportar os espinhos, conviver com a dor.

As vezes nos machucamos, outras não. Outras vezes nós machucamos. E o outro sangra, e dói vê-lo sangrar.

Por vezes que exigimos dele um amor platônico, não sabendo qual sua maneira de amar. As vezes nós amam com tudo que podem, mas não do jeito que queríamos. E cobramos, e ferimos. Pedimos perdão e não mudamos. É isso que me deixa frustrada, mesmo depois de perder a pessoa não aprendemos a lição. E cometemos o mesmo erro inúmeras vezes.

Desejamos um sentimento fascinante, irreal. Carência. Almejamos o que não conseguimos dar. E sabemos disso.

E cobramos.

Machucamos.

E perdemos, pra sempre.

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