
Quando esse ano começou eu prometi dar mais valor às pessoas, e de certa forma estou me saindo bem, as pessoas é que não colaboram.
Amigos são uma coisa meio estranha, quando estão perto os queremos longe, e vice-versa.
Sempre tento ser agradável, carismática e amorosa, principalmente com aqueles a quem chamo carinhosamente de amigos, mas nem sempre consigo. Isso por que as pessoas mudam muito rápido.
Existem aqueles amigos – pra - sempre que somem depois de um ano, os amigos - neutros, que não fazem diferença na sua vida, conhecidos popularmente por colegas.
E existem ainda os amigos – de - sangue, que são aqueles que tem a mesma idéia, concordam em tudo e dão-se totalmente bem.
Esse último merece respeito e admiração, são amigos que deveriam estar lá por ti em qualquer momento. Mas não estão, estão?
Sempre tive muitos problemas em relacionamentos, por que queria todas as coisas pra mim, sou possessiva. E talvez por medo de perdê-las, mais sempre as substituía antes que saíssem da minha vida.
Acho que não sei amar, sei gostar. Isso é um fato.
Gosto demais.
Cuido demais.
Me preocupo demais.
Tudo em excesso, mais não creio que há medida para isso, devo apenas lembrar-me de um recado:
“pessoas não tem títulos de propriedade”.
Não pertencem a ninguém, muito menos a mim.
Se me pertencessem viriam embaladas para presente com faixas de exclusividade de Hagnes Dias.
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